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1) Ser governado pelo ESPÍRITO SANTO (Atos 1:8, João 14: 16-17, Mateus 4:1-2, Romanos 8:6, Gálatas 5: 16-25, Efésios 5:18, Atos 8) aceitando a Sua autoridade e desejando, em submissão, a Sua ação e direção em minha vida. O Espírito Santo conforta e salva; nos faz lembrar das palavras de Cristo; traz convicção aos perdidos; convence a respeito da Verdade e é a fonte de todo poder. Quanto mais intimamente andarmos com Deus, mais presenciaremos o poder do Espírito Santo que testifica do amor e da graça salvadora de Jesus.

 

Quando Cristo prometeu aos Seus discípulos que lhes deixaria o Espírito Santo, Ele estava próximo do fim de Seu ministério terreno. Estava a poucas horas da cruz, com plena consciência do peso da culpa do pecado que recairia sobre Ele. E antes de Se oferecer como sacrifício, Ele instruiu Seus discípulos a respeito do dom que estaria a disposição. Os ilimitados recursos de Sua graça estariam a "uma oração de distância" (João 14:16,17). O Salvador estava apontando para o futuro. O Espírito Santo viria e realizaria uma poderosa obra como Seu representante. A promessa do Espírito Santo não é limitada a algum século ou raça. Cristo declarou que a divina influência do Espírito deveria estar com Seus seguidores até o fim. O Espírito é dado como agente de regeneração, e está constantemente buscando atrair a atenção das pessoas para a grande oferta feita na cruz: vida em abundância. Por isso, é essencial que compreendamos o significado da promessa de Jesus.

2) Buscar satisfação em Deus por meio da PALAVRA (Salmo 1, 2 Timóteo 3:16-17, Jeremias 15:16, Salmo 119:11), ORAÇÃO (1 Timóteo 2:8, 1 Tessalonicenses 5:17, Jeremias 33:3, Mateus 26:41) e JEJUM. (Joel 2:13-14, 2 Crônicas 7:14, Mateus 4:1-2), procurando ter um relacionamento diário com Jesus por meio do estudo e aplicação da Palavra, tempo intencional de oração, períodos de jejuns e outros hábitos espirituais, certo de que a Fonte de tudo o que preciso - Jesus - já vive em mim.

 

Por que orar?

- para conhecer Deus e permitir que Ele entre em nossas vidas; abrir a porta para Deus participar ativamente das nossas vidas.

- para exercitar nossa autoridade espiritual - Lc 10.17-20 - Deus nos deu autoridade sobre todas as coisas, porém nem sempre usamos.

- para construir um prioritário relacionamento com Deus; falar mas também ouvir; ganhar intimidade.

 

O que não fazer quando oramos?

- orar como os religiosos

- usar de vãs repetições (repetição não combina com um relacionamento profundo)

 

Como devemos orar? (Mateus 6:9-15)

- Agradecendo, louvando e orando - reconheça quem Deus é e diante de quem você está.

- Rendendo-se diante da autoridade de Deus e convidando-O para guiar todas as áreas de sua vida.

- Buscando a provisão de Deus em todas as decisões e necessidades financeiras.

- Buscando o perdão de Deus como nós estendemos o perdão aos outros.

- Pedindo pela sobrenatural direção e proteção de Deus.

- Reconhecendo o Direito Divino.

- Declarando fé completa em Deus.

 

O que é jejum?

Uma disciplina espiritual praticada pelo povo de Israel, por Jesus e pela igreja do primeiro século e por grande parte da igreja de Jesus até hoje. O jejum busca uma maior intimidade com Deus pela abstinência de alimentos ou outro qualquer suposto componente da minha vida que julgue indispensável para a minha sobrevivência. O alimento é um componente básico para existência do ser humano. Portanto, quando nos abstemos dele para um sustento da parte direta de Deus, experimentamos a obra sobrenatural de Deus sustentando o corpo humano pelo Seu Espírito. Da mesma forma, quando julgamos qualquer coisa na nossa vida como indispensável e a entregamos como propósito de maior comunhão e relacionamento com Deus, experimentamos Sua provisão e sustento, bem como satisfação espiritual como resultado final deste tempo.

Propósitos do jejum:

- Atender ao chamado de Deus para um relacionamento íntimo, pessoal e consagrado com Ele. (Joel 2.12,15)

- Enfrentar o inimigo (satanás e demônios) no poder de Deus. (Mt.17.21)

- Enfrentar a perseguição fortalecendo-se e buscando livramento da parte de Deus. (Ester 4.3)

- Tomar decisões tendo discernimento espiritual. (2 Cr 20.3)

- Rejeitar o controle da carne e do pecado sobre a sua vida ou cidade, sujeitando-a ao poder do Espírito Santo. (Daniel 9.3-19)

- Jejum com o fim de pedir proteção de Deus para si, família e bens (Esdras 8.21-23)

- Discernir e tomar decisões espirituais gerais ou específicas do mundo espiritual. (Atos 13.1-3) - Iniciar o ministério no poder do Espírito Santo e não ceder às tentações que estaremos expostos (Jesus - Mt.4.1,2 e Paulo - Atos 9.9)

 

Como não fazer ao jejuar?

- Não mostre uma aparência de tristeza (6.16)

- Não busque reconhecimento (6.16)

- Não jejue clamando algo a Deus e fazendo o que é do seu agrado e não Dele (Isaías 58.3b)

- Não jejue e faça injustiça enquanto você pede a Deus justiça.(Isaías 58.3c)

- Não jejue e mantenha o seu espírito irado, briguento, rixoso, esperando que Deus ouça sua oração, receba seu jejum e responda seu clamor. (Isaías 58.4)

 

Como fazer ao jejuar? (Mt 6:17,18; Is 58)

- Arrume o cabelo e lave o rosto (Mt 6.17)

- Jejue em secreto (Mt 6.18)

- Aguarde a recompensa direto de Deus (Mt 6.18)

Leia também Isaías 58 e veja o jejum que agrada a Deus.

3) Assumir responsabilidade pela minha RESTAURAÇÃO e CRESCIMENTO integral (Efésios 4: 14-15; 23-24, Hebreus 5:7-9, Hebreus 12, 1-13), não terceirizando este privilégio, mas olhando para pessoas e ambientes como uma rede de apoio a esta resolução pessoal e intransferível. Assim, vou lutar contra o pecado, resistindo com perseverança, permitindo a obra de santificação do Espírito Santo, aceitando Sua disciplina e a da igreja como uma ação didática de Deus para minha cura e crescimento.

[Pv 14:12] Ao aprendermos que o pecado distancia nosso coração do criador e que precisamos mudar a rota de nossos caminhos, convertidos a Jesus, iniciamos uma jornada como discípulos do mestre, seguidores e imitadores, vivendo um processo contínuo de restauração e crescimento. [Dt 30:19,20] Com a ajuda do Espírito Santo, a nova identidade em Cristo me permite olhar para dentro e reconhecer as feridas na alma geradas em minha história de vida, me abrindo para o perdão e não projetando no outro a culpa. Assim reconheço que a dor e as feridas são legítimas, mas também que a cruz e a cura são realidades em Jesus. O tempo não cura feridas, apenas as torna piores e aumenta a dor.

 

Viver a restauração da alma - ainda que com a ajuda do pastor, discipulador, líder - é responsabilidade minha; é meu privilégio o encontro com a fonte que é Jesus. [Hb 12:2] A ferramenta do Celebrando a Restauração, que nos ensina a "sair da negação" (admito ser impotente diante de meus vícios e comportamentos compulsivos e que minha vida se tornou ingovernável) não será eficaz se meu coração não estiver disposto a experimentar mudanças. A restauração começa na vertical (com Deus) e segue na horizontal (com o próximo). Pessoas feridas ferem pessoas. Pessoas curadas curam pessoas.

 

[Ef 4:14,15] Deus deseja que cresçamos em tudo, em Cristo. E a nossa parte no processo é QUERER crescer, DECIDIR pelo crescimento, ESFORÇAR-SE (contra o inimigo) e PERSISTIR no crescimento. Crescer dói, mas não crescer dó mais ainda.

 

Nossos compromissos podem promover crescimento ou destruição. Tornamo-nos aquilo com o que estamos compromissados. Para crescer precisamos firmar compromissos: com Deus, dispostos a viver respeitando sua boa, prefeita e agradável vontade, mesmo quando não a compreendemos; [Rm12:1,2] com a mudança de nossa mente, aperfeiçoando nosso amor; [Fp 1:14] ao encarar o sofrimento como um instrumento para nosso crescimento - a maneira como lidamos com ele pode servir de testemunho e salvação a outros; [Hb 5:8] com o cuidado do nosso corpo, o templo do E.S.; com a intimidade com a Palavra (ler e ser lido por ela).

4) Amar e cuidar da FAMÍLIA (Gênesis 1:26-31, Hebreus 13:1-16, Josué 24:15, Hebreus 13:4, Romanos 1: 28-32, Efésios 5:22-33, Deuteronômio 6:4-7, Tiago 1:27), entendendo que ela é a primeira expressão visível do amor de Deus a fim de que todos possam experimentar, por meio da igreja de Cristo, a profundidade, a extensão e a largura do amor de Deus. O projeto de Deus em povoar a terra logo após a criação do mundo começou com uma unidade familiar. Para reconstrução do mundo, Deus preservou numa arca, além dos animais, uma família. Como família, nós fazemos parte desse projeto maior de Deus de abençoar todos os povos da Terra. O bem estar da minha família não tem um fim nela mesma. A família continua sendo um projeto de Deus e por isso é valor para nós amarmos e cuidarmos da família.

5) Viver com TRANSPARÊNCIA e acolher com GRAÇA e AMOR (1 João 1:5-10, Romanos 7:18-25, Tiago 5:16, Mateus 10:7-8, 1 João 3:16, 2 Coríntios 5:14-16, João 8:1-11), encontrando na relação sincera com Jesus impulso para viver relacionamentos confiáveis.

 

A Bíblia é extremamente transparente ao contar os diversos acontecimentos reais de pessoas reais. Ela relata, em detalhes, diálogos extremamente sinceros de homens e mulheres com Deus, apresentando seus motivos de gratidão mas também suas inquietações, dúvidas, lamentações, falhas. Devemos encarar isso como um convite de um Deus santo, perfeito, que conhece as nossas falhas e limitações, a um relacionamento com Ele. Viver com transparência faz bem a alma.

 

Viver com transparência não é uma postura conformista e conivente com o pecado, mas um convite a sair do mundo sombrio das trevas da vergonha, da angústia, da opressão e a caminhar na luz da verdade de Cristo. (1 João 1:5-9). Viver com transparência é responder com sinceridade a pergunta "e aí, como tu tá hoje"? É reconhecermos nossas limitações. É se abrir para reconhecer a influência do seu passado no seu presente. É ser sincero com seus pensamentos, sentimentos, motivações. (Romanos 7:18) É pedir ajuda, compartilhar a dor, admitir fracassos e confessar pecados. Ao vivermos em transparência com o Deus, perfeito, recebemos combustível espiritual para sermos transparentes também com as pessoas, imperfeitas. É justamente neste princípio, da confissão uns aos outros, que usufruímos da cura de Deus. (Tiago 5:16) Ninguém cura uma ferida na alma sozinho. O perdão vem na relação vertical, com Deus, e a cura vem na relação horizontal, uns com os outros. Na transparência com Deus encontro o impulso pra ser transparente com outros. Essa articulação tem como base a verdade e tem como alvos a mudança e a liberdade. (Gálatas 5:1; Romanos 6:1-4).

 

A partir do acolhimento que tenho em Cristo passo a acolher com a minha vida também com graça e amor. (Mateus 10:7-8; 1 João 3:16) Acolher com graça e amor é conhecer pelo nome. É trazer para perto, trazer para casa, trazer para um relacionamento próximo. (João 10:2-4; Lucas 19:1-5). É ter a expectativa de receber em casa. É esperar com a porta aberta. (Lucas 15:11-20) A partir do acolhimento que temos em Cristo, constrangidos pelo amor, somos capacitados a olhar para o próximo de um modo sobrenatural. (2 Coríntios 5:14-16)

6) Ser membro de uma CÉLULA (Mateus 18:18-20, Atos 2:42-47, Atos 12, Atos 16:25-34, Atos 16:11-15, Atos 18:25, Mateus 28:18-20, Romanos 16:1-16), perseverando na Palavra, repartindo vida e pão, orando uns pelos outros, mantendo sempre a comunhão com os meus irmãos e a unidade da Igreja, pela verdade dita em amor e, juntos, compartilhando o Evangelho e fazendo discípulos. Cooperar com o uso dos meus dons espirituais para a edificação do Corpo de Cristo, sendo sensível às necessidades da igreja para servir também nos ministérios institucionais. Aos conflitos que possam surgir, tratá-los aplicando o texto de Mateus 18. (1 Co. 12-14)

 

Porque nos relacionarmos em uma célula é importante?

 

1. Existe um poder derramado dos céus sobre discípulos que se relacionam.  

"...tudo o que vocês ligarem na terra terá sido ligado no céu... se dois de vocês concordarem na terra em qualquer assunto sobre o qual pedirem, isso será feito a vocês por meu Pai que está nos céus." Esse é o poder do Reino. Existe uma cooperação dos céus com a terra. Esse é o poder de Deus derramado em pessoas que estão unidas em uma célula, orando umas pelas outras. 

 

2. Existe um poder de Deus derramado quando vivemos em unidade.

O texto fala de uma comunhão de cooperação.  Comunhão [sig.] - ato de compartilhar das mesmas ideias, valores e sentimentos.  A comunhão era a marca dos primeiros cristãos. Essa comunhão acontece em dois sentidos, que estão relacionados entre si: a comunhão com Deus e uns com os outros.

 

3. Existe um poder de Deus liberado quando concordamos uns com os outros e estamos em unidade.

Jesus abençoa a comunhão com a sua presença.  Em Atos 12, Pedro foi preso pela sua paixão por Jesus; ele não podia se calar diante da boa notícia que ele trazia; enquanto estava preso, a igreja se reuniu numa casa e começaram a orar; Pedro foi liberto da prisão por um anjo. Quando a igreja de Cristo está unida como um só povo, os céus se abrem, os pedidos são atendidos, e os milagres acontecem.

7) SERVIR com humildade, eficácia e criatividade (1 Timóteo 4:15, João 13: 1-17, Exôdo 35:30-34, Gênesis 39, João 13:1-4, Lucas 22:25-27, Filipenses 2:5-7, Tiago 4:1-10, 1 Coríntios 9:19-22; 24, Gênesis 1:1;27, Salmo 98:1, Êxodo 31:1-4, 1 Coríntios 10:31), cooperando com o uso dos meus dons, talentos e experiências para edificar o Corpo de Cristo e suprir as necessidades da igreja local. O servir pode acontecer de muitas formas, seja por meio de uma viagem missionária ou nas atividades cotidianas da semana, mas o grande modelo de serviço que temos é o mesmo em qualquer situação: Jesus, na véspera de morrer na cruz, ajoelhado lavando os pés dos discípulos (João 13.1-4).

 

SERVIR

Servir não é fácil, mas o exemplo de Jesus nos desafia a perseverar, abrir nossa agenda e lembrar nossa identidade em Deus. Jesus ensinou não somente a servir, mas a servir como um servo. O modelo de liderança que hoje é reconhecido como o melhor, o líder-servo, é o mesmo que Jesus ensinou a seus discípulos (João 13:1-4 e Lucas 22:25-27). 

 

HUMILDADE

O serviço deve ser feito com uma atitude de humildade, como Jesus que sendo Deus assumiu a forma de servo e  entendendo que todo o serviço, seja na igreja, família ou trabalho é para Deus (Filipenses 2:5-7 e Tiago 4:1-10). 

 

EFICÁCIA

O chamado também é para que o serviço tenha eficácia, sermos fieis fazendo o certo. Paulo ilustra isso demonstrando que quando estamos ancorados na lei de Cristo temos liberdade para tudo para ganhar o maior número de pessoas para Cristo (1 Coríntios 9:19-22 e 24).

 

CRIATIVIDADE

Toda a criação, na sua beleza e diversidade, declara a criatividade de Deus, e como fomos criados a sua imagem também temos essa característica, portanto não temos mais desculpas. Somos chamados a expressar quem Deus é em tudo que fizermos, como na organização das férias familiares, na célula, no discipulado ou em qualquer outra atividade (Gênesis 1:1;27, Salmo 98:1, Êxodo 31:1-4 e 1 Coríntios 10:31).

8) Ser DISCIPULADO por um membro da IBMS (2 Tm 2:1-2,1 Ts 2:7-8, Hb 12:1, 2 Co 12:10, Mc 3:1319, Mt 10:1-5, Gn 3:8-19, Lc 6:40, Rm 8:29), a fim de me tornar cada vez mais parecido com Jesus, encontrando-me de forma sistemática com ele, buscando andar em transparência e sinceridade de coração e DISCIPULAR um membro da IBMS (Mt 28:19-20, Hb 10:23-24, 2 Tm 2:24-26), colocando-me de forma sistemática à sua disposição para apoiá-lo e conduzi-lo ainda mais para a Fonte da vida cristã, Jesus, comprometendo-me também com sua jornada, usando a verdade sempre dita em amor.

O poder multiplicador do sacrifício de Jesus permitiu que muitos outros discípulos fossem gerados ao longo dos anos. Quando assumimos o nosso papel de discípulos, na dependência da graça de Deus, podemos influenciar muitas gerações através do discipulado. Paulo, ao orientar Timóteo (2 Timóteo 2:1,2), disse-lhe para que se fortificasse na graça para transmitir seus ensinamentos a outros discípulos, gerando filhos espirituais. O conceito de paternidade espiritual não tem a ver com controle, mas sim com uma relação de amor e cuidado com a vida de um filho espiritual (1 Tessalonicenses 2:7,8). A orientação de Paulo para Timóteo é de que ele ensinasse o que havia recebido a homens fiéis, que fossem capazes de ensinar outros, fechando quatro gerações de discípulos.

9) Compartilhar minha FÉ no dia a dia em todo lugar (Atos 1:8, 1 Timóteo 2:4, Mateus 28: 19-20, Romanos 10: 14-17, João 4:39-42, Marcos 5:1-20, João 12:10-11) (lar, cidade, Estado, país, mundo) quem Jesus É e o que Ele tem feito na minha história.

 

Compartilhar significa repartir, partilhar algo com alguém. As pessoas compartilham aquilo que elas têm paixão, que elas consideram importante. Quando compartilhamos algo, as pessoas com quem compartilhamos percebem nossos interesses, motivações e, principalmente, aquilo que nos empolga.

 

Você já viu alguém apaixonado por algo pelo qual é indiferente? Qual a sua maior paixão? Isso se reflete naquilo que você compartilha? Você nunca sabe até onde vai aquilo que você compartilha. Quando semeamos algo, nunca podemos definir o alcance e influência desta semente. Você pode contar quantas sementes estão numa maçã, mas não sabe quantas maçãs estão numa semente.

 

Você é uma árvore que dá frutos? Podemos definir fruto como o transbordar da essência para algo tangível para que possa ser celebrado por quem está em nossa volta. Como discípulos de Jesus, a vida de Cristo deve ser algo tão vivo em nós, que as pessoas que estão à nossa volta se beneficiam das ações e atitudes motivadas pelo amor que está em nossos corações.

 

Como discípulos de Jesus, precisamos ser produtivos no Reino, para não corrermos o risco de sermos considerados estéreis.  Compartilhar a nossa fé implica em:

a) ter uma fé genuína;

b) não se envergonhar dela;

c) ver sua fé produzir fruto.

10) CELEBRAR COLETIVAMENTE a Deus e Seus feitos (Salmo 95, Hebreus 10:25, Salmo 133, Atos 2: 42-47, Salmo 136) com todo meu corpo, alma e mente, reconhecendo com gratidão a pessoa e obra maravilhosa de Jesus em nosso meio. Participar efetivamente das celebrações coletivas, celebrando a obra maravilhosa que Jesus tem realizado em nosso meio, oferecendo culto a Deus não apenas de forma particular mas junto com meus irmãos da IBMS.

 

O Salmo 95 é um cântico de chamado a uma adoração coletiva, que nos leva na contramão de toda dor, lamentação, queixa, desespero. O salmista nos chama a, juntos, irmos à presença de Deus. Como igreja de Jesus, que valores precisamos ter no coração para não perdermos de vista a alegria, a celebração, a festa, o ajuntamento coletivo? Como mantermos o equilíbrio e a paz quando parece que tudo a nossa volta está desmoronando?

 

Muitas coisas podem trazer alívio momentâneo, mas precisamos deixar claro que, à luz da Palavra infalível e viva de Deus, só existe uma resposta: Jesus. E não se trata de uma resposta que levarão os problemas a desaparecerem. Jesus nunca foi a cruz para evitar que você e eu passássemos por dores. Vamos passar, e temos passado por lutas e sofrimentos, mas Jesus morreu na cruz para nos perdoar dos nossos pecados, nos salvar da morte, da escravidão do pecado, mudar o nosso destino eterno. Deus não quer o nosso sofrimento, mas Ele disse claramente que, neste mundo louco, teremos aflições. Mas Ele lembra: "Tende bom ânimo, Eu venci o mundo." A resposta para nos mantermos firmes e em paz em meio a tudo, é ADORAR COM TODO O NOSSO CORPO, ALMA E MENTE AO NOSSO DEUS, continuamente.

 

Adoração não tem a ver com o lugar mas com conhecimento do ser que você adora, com a postura do coração e não com o lugar. Adoração é conexão com Deus. E fazer isso coletivamente é tremendo, porque somos, todos nós, envolvidos com todo o nosso ser, para dar, em orações, louvores, expressões corporais, o valor ao nosso Deus. Adoração é conexão com Deus que gera mudança, rendição, prostração, transformação, e atinge todas as áreas de sua vida.

 

O que seria adoração em Espírito e em verdade? É a adoração que envolve corpo, alma e mente. Consciência e razão. Emoção e sentimento. Adoramos a Deus, nos reunimos para nos entregarmos a Ele por inteiro, inclusive deixando que nossas emoções e sentimentos estejam presentes. Por isso que, quando estamos juntos, alguns levantam as mãos, outros batem palmas, outros se ajoelham, outros falam aleluia, glória a Deus, outros choram, outros sorriem, outros pulam, outros fecham os olhos, outros vibram. Seja tudo feito para a glória de Deus.

11) REPARTIR com alegria e generosidade tudo o que Deus me confiou (Hebreus 13:5, 1 Timóteo 6:6-10; 17-19, Atos 4:31 – 5:10, 1 Timóteo 6:17-19, Mateus 6:1-4, Atos 20: 32-35, João 6:1-13, Lucas 19:8, Efésios 2:10, Efésios 4:28, 1 João 2: 15-17, Tiago 5:1-6) sendo um mordomo fiel dos recursos que Deus tem me confiado (corpo, tempo, finanças e recursos naturais), compreendendo que Ele é o provedor e eu o administrador. Cuidar do meu corpo que é o templo do Espírito Santo, administrar bem o tempo que Deus me confia diariamente, contribuir financeiramente através dos meus dízimos e ofertas extras e zelar pela Natureza.

12) Preservar e promover a UNIDADE do Reino de Deus (1 Coríntios 12-14, Atos 20:28, João 17, Isaías 6:8, Gênesis 1:26-31, Efésios 4:1-7, 1 Coríntios 1:10, Romanos 12: 4-5, Efésios 5:15, 1 João 2: 9-11, 1 João 1: 5-7, Tito 3 1-11, Provérbios 6:16-19) sendo uma resposta à oração de Jesus sobre a unidade do Seu Corpo, evitando a divisão e o partidarismo, contribuindo para o vínculo da paz em todo o lugar.

 

Todas as orações de Jesus impactaram vidas em determinado momento mas, em João 17, a oração pela unidade não foi e não é apenas para um momento da história da igreja, mas ela é a oração permanente de Jesus visando a expansão do Reino de Deus, e que deve ser a nossa também, buscando o poder da unidade com Ele, com o Pai e com nossos irmãos.

 

Mas que Reino é esse que estamos dispostos a lutar e dar a vida para preservarmos e promover a unidade? Ele se chama IGREJA. E qual o conceito que temos de igreja? Que a igreja somos nós, que tivemos a convicção da nossa fé por meio da morte e ressurreição de Cristo. Portanto, nós não somos igreja sozinho, somos conectados a esse Reino que tem a missão de promover essa unidade do povo de Deus nesta terra.

 

Existem forças que lutam contra este Reino:

MUNDO: Jesus denunciou que o mundo está contra a nossa unidade espiritual com Ele e com os nossos irmãos. Trata-se de um sistema de valores que vai contra a nossa unidade com Jesus, que vai contra a nossa unidade com os irmãos.

MALIGNO: a unidade é confrontada pelo maligno. Existe uma verdadeira batalha espiritual se travando quando desejamos viver a unidade com Cristo e com os nossos irmãos. O diabo sabe do poder da unidade da igreja, então se opõem a ela.

CARNE: não é somente o mundo e o maligno que lutam contra a nossa unidade com Jesus e com o povo de Deus. Nossa carne, o nosso EU luta contra essa unidade; por isso Jesus orou por nós e pela nossa santificação.  Essas são as forças que lutam contra a nossa unidade com o Pai.

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